Monograma da Dra. Raphaela Mannarino, a letra R em traço caligráfico Dra. Raphaela MannarinoCardiologista · Rio de Janeiro
Risco cirúrgico

Avaliação de risco cirúrgico no Rio de Janeiro

Avaliação cardiológica antes da cirurgia, com laudo para a equipe que vai operar, com a Dra. Raphaela Mannarino na Barra da Tijuca, em Campo Grande e online.

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CRM-RJ 52955051  ·  Cardiologia RQE 33840
Dra. Raphaela Mannarino no consultório, de jaleco, diante do notebook e do estetoscópio

A avaliação de risco cirúrgico com a Dra. Raphaela Mannarino, cardiologista no Rio de Janeiro, estima como o coração e a circulação tendem a responder à cirurgia e à anestesia. Ela reúne conversa, exame físico e exames, quando indicados, e termina em um laudo com orientações para a equipe cirúrgica. Atende na Barra da Tijuca, em Campo Grande e online.

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Para quem é

A avaliação de risco cirúrgico é para você?

O pedido de risco cirúrgico costuma chegar junto com a data da operação, e com ele vem uma série de dúvidas. Esta avaliação faz sentido se você se reconhece em alguma destas situações:

Em todas essas situações, a consulta é o momento de olhar para o seu coração com calma, antes do dia da cirurgia, e de chegar ao hospital com as informações organizadas para quem vai operar e anestesiar.

O que é

O que é o risco cirúrgico e para que ele serve?

Risco cirúrgico é o nome popular da avaliação pré-operatória feita pelo cardiologista. Toda cirurgia, mesmo as menores, exige algum esforço do organismo: a anestesia, a perda de sangue, a variação da pressão e o período de recuperação mexem com o coração e com os vasos. A avaliação procura entender, antes da operação, se existe alguma condição que aumente a chance de complicação cardiovascular e o que pode ser feito para reduzir essa chance.

Ela não é uma formalidade nem um carimbo. O objetivo é dar à equipe cirúrgica e ao anestesista um retrato claro da sua saúde cardiovascular, com orientações práticas: se algum remédio deve ser mantido, ajustado ou suspenso por um período, se algum exame complementar é necessário, se há alguma condição que mereça ser tratada antes e quais cuidados fazem sentido no pós-operatório.

É importante saber o que a avaliação não faz. Ela não decide se a cirurgia vai acontecer. Quem decide a cirurgia é a equipe cirúrgica, junto com você, levando em conta o laudo do cardiologista, a avaliação do anestesista e a necessidade da operação. A avaliação de risco também não é uma promessa de que tudo correrá sem intercorrências: ela estima o risco e ajuda a reduzi-lo, com informação.

Como é feito

Como é feito o risco cirúrgico, passo a passo?

A avaliação de risco cirúrgico com a Dra. Raphaela Mannarino segue uma sequência clara, ajustada ao tipo de cirurgia e à sua história de saúde:

Quando há necessidade de exame complementar, a avaliação pode se completar em mais de um encontro, com o retorno para a leitura dos resultados. O tempo até o laudo depende de cada caso, e por isso vale procurar a avaliação assim que a cirurgia for marcada, sem deixar para a última semana.

A Dra. Raphaela Mannarino tem Registro de Qualificação de Especialista (RQE) em Cardiologia e em Clínica Médica. A vivência em unidade cardiointensiva, em centro de terapia intensiva (CTI) e no pós-operatório de cirurgia cardíaca a ensinou a reconhecer cedo o que é grave e o que pode esperar, olhar que ela leva para cada avaliação pré-operatória.

O que levar

O que levar para a consulta de risco cirúrgico?

Chegar com os documentos certos torna a avaliação mais rápida e mais precisa. A tabela abaixo resume o que costuma ajudar. A lista é um ponto de partida: a decisão sobre exames é individual.

O que levarPor que ajuda
Pedido ou guia do cirurgião, com o nome da cirurgiaO tipo de operação muda o que precisa ser avaliado.
Data prevista da cirurgia, se já houverAjuda a planejar exames e ajustes de remédios com antecedência.
Lista dos remédios em uso, com a dose que você tomaAlguns remédios precisam de ajuste antes da operação, sempre com orientação médica.
Exames recentes de sangue, eletrocardiograma e ecocardiograma, se houverEvita repetir o que já está atualizado.
Relatórios de cardiologista, laudos de cateterismo ou de stent anterioresMostram a história do seu coração.
Informações sobre cirurgias e anestesias passadasReações anteriores orientam o cuidado atual.

Se você não tiver algum desses itens, não há problema: a consulta acontece do mesmo jeito, e a Dra. Raphaela orienta o que é preciso providenciar.

Grau de risco

O que significa o grau do risco cirúrgico?

Muitas pessoas recebem o laudo e se assustam com expressões como risco baixo, intermediário, alto ou risco grau 2. Em linguagem simples, o grau é uma forma resumida de dizer à equipe o tamanho da chance de complicação do coração e da circulação naquela cirurgia específica. Existem diferentes classificações usadas por cardiologistas e anestesistas, e o significado exato de cada número depende da classificação adotada no laudo.

O que vale saber é que o grau leva em conta duas coisas ao mesmo tempo: a sua saúde e o porte da cirurgia. A mesma pessoa pode ter risco baixo para um procedimento pequeno e risco maior para uma operação longa. Um grau intermediário não significa que a cirurgia está proibida. Ele indica que alguns cuidados merecem atenção especial, e o laudo traz justamente quais são.

Na consulta, a Dra. Raphaela explica o resultado com calma: o que o grau quer dizer no seu caso, o que pesou na estimativa e o que pode ser feito, quando possível, para tornar a cirurgia mais segura.

Validade e quem faz

Quanto tempo vale o laudo e quem pode fazer o risco cirúrgico?

Validade. Não existe um prazo único que sirva para todas as pessoas. A validade do laudo depende do quadro clínico e da decisão da equipe que vai operar. Uma pessoa sem doenças conhecidas e sem sintomas novos tende a manter a mesma condição por mais tempo. Já quem tem doença do coração, mudou de remédio, teve algum sintoma novo ou foi internado nesse intervalo pode precisar de uma reavaliação. Se a cirurgia foi adiada, converse com o cirurgião e com a cardiologista antes de usar um laudo antigo.

Quem faz. A avaliação pré-operatória pode ser feita por médicos de diferentes áreas, conforme o hospital e o tipo de cirurgia. Quando a equipe pede uma avaliação cardiológica, ou quando você tem pressão alta, diabetes, doença do coração ou sintomas como falta de ar e dor no peito, o cardiologista é quem olha com mais detalhe para esse sistema.

Onde atende

Onde fazer o risco cirúrgico com a Dra. Raphaela?

A Dra. Raphaela atende em dois consultórios no Rio de Janeiro:

Parte da conversa e a leitura de exames também podem acontecer pela consulta com cardiologista online, quando o caso permite. O exame físico, porém, pede o encontro presencial. O atendimento é particular, e o agendamento é feito pelo WhatsApp ou pela página de contato.

Se você já tem pressão alta ou colesterol alto, vale conhecer também o tratamento de pressão alta e o tratamento de colesterol alto: manter essas condições acompanhadas facilita a preparação para qualquer cirurgia.

Atenção

Quando não esperar a consulta?

Se, enquanto aguarda a cirurgia, você sentir dor no peito em aperto, falta de ar súbita, desmaio ou fraqueza de um lado do corpo, não espere a consulta marcada. Procure o pronto-socorro mais próximo ou ligue para o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU), no número 192.

Dúvidas

Perguntas frequentes

Como é feito o risco cirúrgico?

Com uma consulta que reúne conversa sobre a sua saúde e a cirurgia, exame físico e a leitura dos exames que você já tem. Quando indicado, a cardiologista solicita exames complementares e, depois, redige o laudo para a equipe cirúrgica.

Quais exames são pedidos no risco cirúrgico?

Depende do tipo de cirurgia, da idade e do quadro clínico. Eletrocardiograma e exames de sangue são comuns. Ecocardiograma, teste ergométrico ou Holter são solicitados apenas quando há indicação.

O que significa risco cirúrgico grau 2?

É uma forma de classificar a chance de complicação cardiovascular na cirurgia. O significado exato depende da classificação usada no laudo. Na consulta, a Dra. Raphaela explica o que o grau representa no seu caso e quais cuidados ele pede.

Qual é a validade do risco cirúrgico?

Não há um prazo único. A validade depende do seu quadro clínico e da decisão da equipe que vai operar. Sintomas novos, troca de remédio ou adiamento longo da cirurgia podem pedir reavaliação.

Quem pode fazer o risco cirúrgico?

A avaliação pré-operatória pode ser feita por médicos de diferentes áreas. Quando a equipe pede avaliação cardiológica, ou quando há doença do coração, pressão alta ou diabetes, o cardiologista é quem avalia esse sistema em detalhe.

O laudo libera a cirurgia?

O laudo estima o risco e orienta a equipe. A decisão sobre a cirurgia é da equipe cirúrgica, junto com você, considerando também a avaliação do anestesista.

Preciso parar algum remédio antes da cirurgia?

Não suspenda nada por conta própria. Alguns remédios precisam de ajuste, outros devem ser mantidos. A orientação é feita na avaliação, em conjunto com a equipe cirúrgica.

Agendamento

Vamos preparar o seu coração para a cirurgia?

Conte pelo WhatsApp qual cirurgia foi marcada e, se já souber, a data prevista. Você recebe a resposta com os dias disponíveis na Barra da Tijuca e em Campo Grande. Para conhecer melhor a Dra. Raphaela, visite a página inicial ou as perguntas frequentes.

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Dra. Raphaela MannarinoMédica cardiologista · CRM-RJ 52955051 · Cardiologia RQE 33840Conteúdo escrito com a médica. Atualizado em 17/10/2026.
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