Prevenção do primeiro infarto e acompanhamento de quem já infartou, com a Dra. Raphaela Mannarino, cardiologista na Barra da Tijuca, em Campo Grande e online.
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A Dra. Raphaela Mannarino, cardiologista no Rio de Janeiro, cuida de dois grupos: quem quer evitar o primeiro infarto e quem já infartou e precisa evitar um novo. O infarto em curso é tratado no hospital; no consultório, ela avalia o risco, trata pressão, colesterol e diabetes, ajusta os remédios e acompanha a recuperação, na Barra da Tijuca, em Campo Grande ou online.
Os sinais de infarto mais comuns são:
Em mulheres, idosos e pessoas com diabetes, os sintomas podem ser mais discretos. Diante desses sinais, ligue para o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU), no número 192, ou vá ao pronto-socorro mais próximo. Não espere passar, não dirija sozinho e não marque consulta: no infarto, cada minuto conta.
Se essa dor no peito aparece em repouso, está mais forte ou não passa, não é caso de consulta: procure o pronto-socorro.
O infarto do miocárdio acontece quando uma artéria do coração fica bloqueada e uma parte do músculo cardíaco deixa de receber sangue. Na maioria das vezes, o bloqueio começa com uma placa de gordura que cresce por anos na parede da artéria, processo chamado aterosclerose. Quando essa placa se rompe, forma-se um coágulo que fecha o vaso.
No hospital, o tratamento busca abrir a artéria o quanto antes, com remédios ou com cateterismo e angioplastia, a colocação de stent. Depois da alta começa a outra metade do cuidado, que é a do consultório: proteger o coração que se recupera e diminuir a chance de um novo evento. Esse cuidado é contínuo e se apoia nas diretrizes da Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC).
A Dra. Raphaela Mannarino tem Registro de Qualificação de Especialista (RQE) em Cardiologia e em Clínica Médica e passou parte da formação em unidade cardiointensiva, onde o infarto é cuidado nas primeiras horas.
Depois de um infarto, costumam ser usadas classes como os antiagregantes plaquetários, as estatinas e os betabloqueadores, entre outras. Cada um tem um papel, explicado na consulta, e nenhum deve ser suspenso por conta própria.
Alguns fatores podem ser tratados; outros não, mas ajudam a definir o cuidado. A tabela resume os principais. A decisão sobre metas e tratamento é individual.
| Fator | O que pode ser feito |
|---|---|
| Pressão alta | Diagnóstico, hábitos e remédio quando indicado. |
| Colesterol alto, em especial o LDL (lipoproteína de baixa densidade) | Meta definida pelo risco, com alimentação e remédio quando indicado. |
| Diabetes tipo 2 | Controle conjunto da glicose, da pressão e do colesterol. |
| Cigarro | Parar de fumar é uma das medidas de maior impacto. |
| Sedentarismo e excesso de peso | Atividade física orientada e plano alimentar possível. |
| Histórico familiar e idade | Não mudam, mas pedem avaliação mais cedo e acompanhamento mais próximo. |
Cada um desses pontos tem uma página própria: tratamento de pressão alta, tratamento de colesterol alto e diabetes tipo 2 e coração. Para quem nunca foi avaliado, o check-up cardiológico é o primeiro passo.
Os atendimentos presenciais são no consultório da Barra da Tijuca, às sextas-feiras, das 9h às 13h, e no consultório de Campo Grande, às quartas-feiras, das 9h às 14h. Parte dos retornos pode acontecer pela consulta online, quando o caso permite. O atendimento é particular, com agendamento pelo WhatsApp ou pela página de contato.
Não tente decidir sozinho. Dor em aperto ou peso no peito, principalmente com falta de ar, suor frio ou dor no braço, pede o SAMU 192 ou o pronto-socorro imediatamente.
O ideal é seguir a orientação da alta hospitalar e marcar o retorno logo nas primeiras semanas, levando o relatório da internação e os laudos dos exames.
Na maioria dos casos, sim, e a atividade física faz parte da recuperação. A volta é gradual e orientada, depois da avaliação cardiológica.
Não. O histórico aumenta o risco, mas ele pode ser reduzido com o controle dos outros fatores. Vale começar a avaliação mais cedo.
Não suspenda nada por conta própria. Alguns remédios são essenciais para proteger o stent e o coração. Qualquer ajuste é feito na consulta.
Escreva pelo WhatsApp se você já infartou ou se quer prevenir, e mande o relatório de alta, se tiver. Você recebe os horários disponíveis na Barra da Tijuca e em Campo Grande. Quem quiser conhecer a trajetória da Dra. Raphaela pode visitar a página inicial e as perguntas frequentes.
Cuidado do diabetes com foco na proteção do coração, dos rins e dos vasos.
ConhecerAcompanhamento contínuo dos sintomas e da função do coração.
ConhecerAvaliação do coração de quem treina, do iniciante ao atleta.
ConhecerConsultas na Barra da Tijuca às sextas, em Campo Grande às quartas e online. Conte pelo WhatsApp o que você precisa e combine o melhor horário.
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